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Assisti: A Gaiola Dourada

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Ooi! Como foi o fim de semana de vocês? :D A resenha de hoje é bem rapidinha, assim como o flme, de somente 1h30. A Gaiola Dourada (La Cage Dorée) foi um filme assistido por mim no cinema com a família, bem na sexta passada. Aqui em Salvador ele tá passando no circuito alternativo. É uma obra franco-portuguesa, filmada em ambos os países e com forte presença de ambas as línguas e culturas.

 

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O filme retrata a história de uma família portuguesa, a família Ribeiro, composta pelos pais, um filho e uma filha. Morando na França há decadas, um dia recebem uma notícia inesperada, que pode mudar completamente seus destinos, e de repente precisam lidar rapidamente com a situação, o que se revela não ser algo fácil. Uma pessoa comum nem pensaria duas vezes quanto a que decisão tomar, mas Maria e José (os pais), tem um caráter de ouro e um coração enorme. Pronto, bastou isso para que se ambos se tornassem alvo certo do egoísmo alheio.

 

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Não é um SUPER filme, gente, é uma produção light, engraçadinha (nada que causasse risadas escandalosas) mas super interessante justamente por se tratar de um tema quase que banal trabalhado de uma forma tão natural. Me fez repensar nas minhas atitudes, em quantas vezes deixei de me cuidar para dar prioridade a outras coisas ou outras pessoas e no fim das contas não valeu nada a pena… mas não porque as coisas ou pessoas não sejam importantes, muito pelo contrário. A questão toda é que não é possível cuidar de ninguém, fazer bem a ninguém verdadeiramente, se antes não estivermos em paz com nós mesmos, alguém concorda? Na verdade possível até é, mas não é nada justo. Acho que passa, assim como tudo na vida, por uma questào de equilíbrio  :)

 

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Assisti: A Menina Que Roubava Livros

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Nessa última sexta feira tive o imenso prazer de ir ao cinema com meus pais assistir a este filme incrível! Passei muito tempo da vida acreditando que já havia lido a obra (!) mas na verdade, era somente uma falsa impressão. Explico: foi através da Menina Que Roubava Livros (The Book Thief) que descobri que não gosto de ler e-books, pelo menos não no computador (nunca experimentei um tablet de leitura). Baixei a versão do livro no pc e não consegui ler mais do que uma dezena de páginas ou algo assim. Acabei confundindo obras, pois comecei a ler outros livros em seguida e minha mente meio que armazenou a informação de que eu já tinha lido este! Somente através da breve sinopse dos jornais percebi o erro. Sempre prefiro ler a obra antes de ver o filme, porque na maioria esmagadora dos casos a história escrita é muito melhor do que a feita para as telinhas, mas nesse caso não foi assim. Ainda não li o livro, mas já deu pra perceber que o filme não deve ficar muito atrás, porque é excelente! Inclusive me deixou com uma vontade muito maior de corrigir o erro que cometi por não ter devorado a publicação. Depois de ler eu volto pra contar aqui no blog o que concluí.

 

 

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Começo a resenha dizendo que a atriz principal do filme Sophie Nélisse, que tem somente 13 anos, faz um trabalho de deixar o queixo de qualquer um caído. Ela atua MUITO bem! Em uma situação nada favorável, porque interpretar uma personagem que enfrenta tantos problemas, sendo tão jovem, não deve ser nada mole. Ela encena a maravilhosa Liesel Meminger, uma garotinha que, durante a segunda guerra mundial e em plena ascenção do nazismo é separada de sua mãe e enviada para o lar de um novo casal, que a partir de então seriam seus novos pais.

 

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A princípio contida, silenciosa e triste por ter perdido sua família, Liesel logo desabrocha em uma criança incrivelmente sensata, demonstrando ser, de fato, uma filha carinhosa e uma amiga dedicada, mesmo em meio a tantas dores que só os tempos de guerra poderiam causar. A menina, apesar de tudo, teve a sorte de ser encaminhada para um casal de coração bondoso – o que a faz criar uma afinidade quase que imediata com o pai Hans (Geoffrey Rush – que interpreta o terapêuta Lionel do filme O Discurso do Rei, para os que lembram. Outro mega ator!).

 

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Algo em Liesel me lembrou de como eu era na infância – diferentemente da maior parte das crianças ela desenvolve uma grande paixão pela leitura. Senti que ela, assim como eu, quando pequena, mal podia esperar por novos livros… lendo e relendo os que já tinha em mãos. Através dos livros percebe-se que ela não só aprende novas palavras para o seu “dicionário de parede” mas também amadurece e intensifica o seu viver, o seu relacionamento com a nova família e os amigos.

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A Menina Que Roubava Livros, por se passar num cenário de guerra mundial, é um daqueles filmes que me deixam arrepiada de dor, porque conseguem demonstrar a brutalidade e a crueldade sem limites do homem para com o seu próprio igual. É emocionante demais, também por nos trazer o lado mais puro, lindo e BOM do ser humano, o que faz com que a obra se torne um pouquinho menos difícil e pese um pouquinho menos nos nossos corações. Assistir à histórias (fictícias ou não) de pessoas que mesmo frente às dificuldades extremas decidem ajudar o próximo é algo que acalenta e aquece por dentro. Daí posso afirmar: o filme trabalha o tempo todo assim, com os extremos, com o melhor e o pior do homem. Chorões de plantão: não façam como eu e esqueçam os lencinhos.

 

Fato curioso e original: o filme, assim como o livro (esse pouquinho eu lembro) é narrado pela morte. Isso mesmo. É simplesmente genial e ao mesmo tempo aterrorizante, mas não conseguiria imaginar eu mesma um melhor relator para uma história vivida em uma das épocas mais negras pelas quais já passamos no planeta.

 

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No mais, o que tenho a dizer é que saí da sessão em êxtase, completamente apaixonada por tudo o que vi em pouco mais de 2h de filme. A presença de bons atores, uma história tocante e personagens marcantes é o que deve ser esperado do filme, pra dizer o mínimo. Para os que gostam do bom e velho trailer, basta clicar aqui. Agora, me façam um favor de amigo: não deixem esse aqui passar batido não… é uma jóia rara :) Prometem?

Assisti: A vida secreta de Walter Mitty

Esse fim de semana fomos assistir a esse filme super INSPIRADOR, que estrela o maravilhoso Ben Stiller, no papel principal… e saí do cinema muito feliz com a escolha :)

 

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Walter Mitty é um homem solteiro, tímido e muito sonhador. Logo nas primeiras cenas do filme você percebe o quanto ele sonha acordado: imagina cenários e situações em sua cabeça, coisas que gostaria de fazer, dizer ou como ele desejaria reagir a determinadas situações – e normalmente tais cenas envolvem Walter sendo uma pessoa mais interessante, de mais atitude, aventureira e com mais desenvoltura.

 

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Pois bem, Walter trabalha no departamento de fotografia de uma grande revista americana, lidando com revelação de fotos. Quando recebe negativos para a última publicação da revista, enviados por um grande fotógrafo (e meio que seu ídolo) Sean O’Connell (Sean Penn), a história começa a ficar interessante. Através da necessidade de encontrar determinada foto, Walter, passa a fazer coisas que jamais se imaginou fazendo e passando por situações extremamente inusitadas e de tirar o fôlego.

 

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Através dessas aventuras, Walter acaba encontrando um pretexto para viver tudo aquilo que sempre sonhou viver, fazendo com que sua vida se torne muito mais dinâmica e nada monótona. Eu diria que é esse filme ambiciona nos passar uma incrível lição de autoconhecimento, que nos fará refletir sobre o que de fato é viver intensamente e sobre as barreiras internas que todos temos dentro de nós… principalmente quanto aos nossos medos, ansiedades e desconfianças.

 

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Os pontos altos do filme para mim ficaram por conta de uma ótima fotografia e dos locais lindíssimos onde a obra foi filmada. Impossível também deixar de falar sobre esse ator de que gosto tanto, Ben Stiller, que acho que fez um papel maravilhoso nessa história, dando muita intensidade e humanidade ao personagem.

 

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Não deixem de assistir, é um lindo filme em diversos aspectos :)

Beijos!